terça-feira, 2 de outubro de 2012

EEFM Dona Clotilde Saraiva Coelho realiza I Semana do Surdo

NOSSA ESCOLA APRENDENDO
 COM AS DIFERENÇAS

Em comemoração ao dia Nacional do Surdo,26 de setembro, a EEFM Dona Clotilde Saraiva Coelho realizou a I Semana do Surdo, de 24 a 28 de setembro de 2012.
Idealizado pela professora da Sala de Recursos Multifuncionais- SRM, Elaine Cristina Angelim Pereira, o projeto contemplou os três turnos com atividades sobre SURDEZ.






















                Oficina de LIBRAS











Apresentação de Coral em LIBRAS
    
                                              Alunos da Manhã 














Alunos da Tarde  







Palestra Sobre Cultura Surda ministrada pela Instrutora de LIBRAS Sonia Sales

Palestra Sobre Cultura Surda ministrada pelo Instrutor de LIBRAS Alex Cassimiro








Entrega de Certificados do Curso de LIBRAS



 
                     
                       



                       






"Não é a surdez que define o destino das pessoas, mas o resultado do olhar da sociedade sobre a surdez."
Vygotsky
    Exibição de Filmes: A música e o Silêncio e   
                 Filhos do Silêncio

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

DIA NACIONAL DE LUTA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA



O Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência foi instituído pelo movimento social em Encontro Nacional, em 1982, com todas as entidades nacionais. Foi escolhido o dia 21 de setembro pela proximidade com a primavera e o dia da árvore numa representação do nascimento de nossas reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições.
Esta data é comemorada e lembrada todos os anos desde então em todos os estados; serve de momento para refletir e buscar novos caminhos em nossas lutas, e também como forma de divulgar nossas lutas por inclusão social.


Nós temos muito a aprender com as diferenças!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Projeto-piloto vai levar a município de Sergipe academia para anões


Conhecida como a "cidade dos anões", Itabaianinha, localizada a 120 km de Aracaju (SE), deverá receber até o próximo ano uma academia de ginástica e uma oficina de móveis adaptados. No município, de cerca de 38 mil habitantes, há um anão a cada 300 moradores, segundo o IBGE.
O projeto-piloto é uma parceria da Secretaria dos Direitos Humanos e da Cidadania do estado com a Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República e conta com o apoio do Instituto Federal de Sergipe (IFS) e da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
A academia deverá contar com todos os equipamentos adaptados, para que os anões possam trabalhar todas as partes do corpo. O local já foi escolhido. Já a oficina de móveis deverá ajudar alguns deles a conseguir um trabalho na cidade.



Fonte: G1.globo.com


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla

Nossa escola participou da 2ª Edição dos jogos da Integração, realizada pela APAE de Juazeiro do Norte no dia 23 de agosto. A atividade faz parte da programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, que este ano tem como tema EM BUSCA DE IGUALDADE. ESTAMOS AQUI!

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Cavalos são aliados no tratamento de crianças autistas e com movimentos comprometidos

Leonardo HefferDo NE10/Ceará
Desde que o efeito fisioterapêutico da cavalgada tornou-se notório, a procura pela atividade tem crescido a passos largos. A equoterapia ganhou espaço em centros hípicos e haras, auxiliando crianças portadoras de doenças genéticas, problemas motores e autistas. Em Fortaleza, longe das mensalidades que chegam a R$ 400, a cavalaria da Polícia Militar do Ceará abriu as portas para a terapia com custo zero aos inscritos. O foco é a população de baixa renda que mora em área de risco social.
 
Rian Albuquerque, 5 anos, praticante de equoterapia, sofre de um mal chamado Atrofia Muscular Espinhal (AME) do tipo 2, problema genético que atinge a espinha e afeta os movimentos motores voluntários. Os primeiros sintomas apareceram já aos seis meses de vida. Rian não tem sustentação para manter, por exemplo, a cabeça erguida, ou até mesmo o tronco ereto. Por vezes, não dá para sentar. Andar é um movimento considerado raro para quem sofre da AME.
 
Superando as dificuldades, Rian é um garoto sorridente, que fala com todos e chega a bater continência acompanhado de um alegre "bom dia, capitão". Para se locomover, somente nos braços - e não importa de quem seja, afinal está entre amigos, como ele afirma sobre a equipe multidisciplinar do projeto. São pedagogos, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais e equitadores que o auxiliam.
 
A fonoaudióloga Sílvia Renata de Albuquerque Herculano, mãe do pequeno, percebe os resultados positivos do tratamento. "Rian já consegue ter mais força para se manter sentado, ação que antes não fazia. Ele já tem mais controle do tronco e da própria sustentação", afirma Silvia. Ela conta que já conhecia a equoterapia e seus efeitos benéficos. Quando soube do trabalho realizado na Cavalaria, colocou o nome do filho em uma lista de espera e, seis meses depois, Rian tinha seu primeiro contatos com Paquita, égua que o acompanha no tratamento.
Outro praticante da equoterapia é Ítalo Aguiar, 11 anos, autista. No lombo do animal, o garoto mantém o foco em todos os detalhes que o cercam. Paulo Sérgio Aguiar, militar reformado, está sempre ao lado do filho. "É incrível como ele mudou. Passou a estar mais atento às coisas, a olhar e perceber os ambientes. O tratamento com os cavalos o deixou até mais calmo", diz Paulo Sérgio.
 
Para o capitão Daíso Filho, coordenador da equipe, a resposta dos pacientes compensa todo o investimento. "Você vê crianças que muitas vezes não conseguem sorrir, que estão afetadas por suas deficiências e, no decorrer do tratamento, percebe o comportamento mudando gradativamente. Por fim, ver esses sorrisos nos rostos delas vale qualquer sacrifício", afirma.
 
INSCRIÇÃO - A equoterapia faz parte de uma série de projetos sociais da Polícia Militar do Ceará voltada para o público de baixa renda. Para se candidatar a uma das 12 vagas, os interessados precisam de recomendação médica. A alta procura pelo tratamento fez necessária a criação de uma lista de espera que convoca os inscritos não pela ordem de chegada, mas pela necessidade do tratamento.
"As crianças que têm urgência na equoterapia são as primeiras chamadas quando surgem vagas", explica o capitão. A permanência na terapia pode variar. "Criamos uma meta de desenvolvimento para cada criança. A cada seis meses, uma avaliação é feita e, caso ela chegue ao nível que traçamos, pode-se dar alta para a criança para que uma nova venha iniciar o tratamento."